Aprendizado em Laboratórios Maker valoriza prática antes da teoria

O aprendizado vai muito além da sala de aula e está relacionado com a interação no meio ambiente em que um aluno vive. Para isso, o  Laboratório Maker  surge com uma função de despertar maior dinâmica no ambiente educacional, pois se trata de um lugar que promove a fabricação de objetos e seus modelos de maneira prática com o auxílio da tecnologia. O método de ensino é inspirado pelo movimento Maker que trouxe o lema: “Faça você mesmo”.

Os locais, também chamados de makers spaces, para essa forma de ensino podem ser diversos e estão presentes em universidades, escolas em diversas partes do mundo, indústrias e até mesmo em garagens de quem adotou a prática como passatempo. Os protótipos fabricados não exigem custo alto e têm a vantagem de serem feitos rapidamente. Toda a metodologia prioriza a prática e depois parte para a reflexão e teoria, o que constitui boas notícias para o aprendizado.

A inovação em um Laboratório Maker envolve recursos com alta e baixa tecnologia. Não é incomum encontrar no espaço placas de Arduíno, impressoras 3D, cortadoras lasers, cortadora de vinil, scanner 3D, kits de robótica, entre outras ferramentas. Na baixa tecnologia, diversos materiais de marcenaria, papelaria e costura estão dentro dos recursos. Tudo fica à vista para que os alunos tenham uma percepção clara do que pode ser usado no experimento ou criação.

Em um maker space as ferramentas utilizadas pelos alunos proporcionarão diversas possibilidades para modificar, consertar e produzir objetos de maneira mais direta. A inspiração para criar, “colocando a mão na massa“, abrange diversas habilidades dos estudantes que envolvem concentração, habilidades manuais, capacidade de construir coisas, vontade de aprendizado e insistência.

Os projetos reais estimulam os alunos a usarem recursos tanto tecnológicos como tradicionais. Cada passo é acompanhado por especialistas que contribuem para um desenvolvimento distante de regras rígidas. O importante não é apontar o erro, mas mostrar o melhor caminho para concluir um experimento ou projeto com sucesso.

De acordo especialistas, é necessário seguir dois padrões essenciais para que um espaço se torne um laboratório maker: comunidade é o que baseia as formas de governança do ambiente, e o uso tecnológico que faz parte da região.

Disney fecha as portas de seus parques devido a pandemia de coronavírus

Em função do atual estágio de pandemia global de coronavírus, a Disney optou por fechar todos os seus parques temáticos, incluindo os complexos localizados nos Estados Unidos. O primeiro a anunciar que pausaria suas atividades foi o Disneyland, da Califórnia, que a princípio permanecerá fechado até o final de março.

Segundo um comunicado encaminhado para a agência de notícias AFP, a empresa destacou que, apesar de não haver nenhum caso de Covid-19 dentro do complexo do Disneyland Resort, essa decisão está de acordo com as diretrizes sugeridas pelo governador da Califórnia, que aconselhou a suspensão imediata de todo e qualquer evento no estado que reúna mais de 250 pessoas.

Dias depois, o Disney World, em Orlando, também declarou que irá deixar de funcionar durante o restante do mês de abril. A princípio, os hotéis do complexo na região continuarão abertos, assim como o centro de compras Disney Springs.

Em resposta ao jornal The New York Times, a companhia destacou que irá continuar pagando os salários dos colaboradores dos parques ao longo dessa paralisação. Em Orlando, a Disney conta atualmente com cerca de 75 mil funcionários, enquanto na Disneyland da Califórnia, são cerca de 30 mil pessoas trabalhando para a empresa.

Com o fechamento dos parques, a Disney estima que terá um prejuízo de milhões de dólares. Em 2018, os parques temáticos da empresa receberam mais de 150 milhões de visitantes, de acordo com informações da Themed Entertainment Association (TEA). Nesse mesmo ano, os parques ainda se tornaram responsáveis por faturar praticamente metade dos US$ 60 bilhões levantados pela companhia.

Semanas antes de pausar as operações de seus parques nos Estados Unidos, a Disney já havia tomado a mesma decisão em relação aos parques situados na Ásia.

A princípio, estes também permanecerão fechados até o final do mês de março, podendo se estender por mais tempo. A cada ano, cerca de 50 milhões de visitantes passam pelos complexos da Disney na China e no Japão, e com o fechamento por tempo indeterminado desses locais, a empresa também deverá acumular grandes perdas.

Paralelamente, os cruzeiros da Disney também foram cancelados e não possuem data para voltar a acontecer pelas próximas semanas.

Rússia inaugura parque gigante para ser a sua “Disneyland”

Desde a Guerra Fria, a União Soviética já tinha o objetivo de construir e inaugurar um parque de diversões capaz de competir com a “Disneyland”, os parques temáticos da Disney que fazem um imenso sucesso no mundo ocidental. Agora, décadas depois, a Rússia finalmente conseguiu realizar seu antigo propósito através da inauguração do majestoso Ostrov Mechty, em tradução para o português, “Ilha do Sonho”, parque que precisou de um investimento de mais de 1,5 bilhão de dólares.

Situado na capital Moscou, o parque possui nada menos que 300 mil metros quadrados e é coberto para proteger os visitantes da rigorosidade do inverno da Rússia. Por isso, segundo notícias locais, a “Ilha do Sonho” se tornou o maior parque desse tipo no continente europeu.

Construído como se fosse uma pequena cidade, o parque é povoado por personagens clássicos de contos de fada, seguindo algumas lendas e contos de origem russa. Ao invés das personagens de “Frozen”, por exemplo, o local conta com uma “Rainha do Gelo”, além de personagens criados com exclusividade para o local por artistas russos.

Outra estratégia da “Ilha do Sonho” foi licenciar personagens já bastante conhecidos do público. Entre eles, estão os Smurfs, que pertencem a empresa belga IMPS, a gatinha Hello Kitty, da marca japonesa Sanrio, e ainda os personagens da animação Hotel Transilvânia, da também japonesa Sony. Os Estados Unidos, de certo modo, também estão representados através das Tartarugas Ninjas, que pertencem ao conglomerado Viacom, de origem norte-americana.

A viabilização do parque foi possível por meio de uma parceria entre a prefeitura de Moscou, o governo russo e o bilionário Amiran Mutsoev, herdeiro do conglomerado Regions Group, dono de vários shopping centers por toda a Rússia. Além disso, o banco estatal russo VTB cedeu um empréstimo de 600 milhões de dólares para a construção do local.

Agora, os administradores do parque esperam que o empreendimento receba em seu primeiro ano cerca de 5 milhões de visitantes que moram na região de Moscou, e outros 2,5 milhões vindos de outras cidades do país. A princípio, o preço do ingresso para adultos será de 2.900 rublos, cerca de 200 reais, e o ingresso para crianças de até 10 anos será de 2600 rublos, o equivalente a 175 reais.

Adiamento do novo “007” pode causar um prejuízo de US$ 50 milhões ao estúdio

Ao decidir adiar o próximo filme do agente James Bond, “007: Sem Tempo Para Morrer”, os estúdios MGM teve como objetivo evitar um prejuízo nas bilheteria devido a epidemia de coronavírus que levou alguns países, como a China, a fecharem as salas de cinema. No entanto, o adiamento do novo longa da franquia também deve causar danos financeiros.

De acordo com notícias do portal The Hollywood Reporter, fontes internas do estúdio afirmam que as despesas podem chegar a até US$ 50 milhões com a mudança na data de lançamento do filme. Grande parcela desse montante é em função das estratégias de marketing do longa. Para ter uma ideia, um teaser com a antiga data de lançamento chegou a ser mostrado durante o disputado intervalo do Super Bowl, nos Estados Unidos.

O marketing de lançamento de “007: Sem Tempo Para Morrer” terá que passar por alterações drásticas para trazer os fãs da franquia aos cinemas na nova data. Além disso, a concorrência no lançamento do novo filme de James Bond não será fácil, pois acontecerá em conjunto com produções bastante aguardadas, como “Os Eternos”, da Marvel Studios e “Godzilla Vs. Kong”, da Warner.

A contenção do coronavírus tem feito com que diversos eventos ao redor do mundo sejam adiados ou cancelados. Na Espanha, a edição de 2020 do MWC, um dos maiores congressos sobre a indústria móvel, acabou sendo cancelado. Já na Itália, o campeonato nacional de futebol já teve partidas adiadas ou realizadas com os portões fechados ao público.

No continente americano, a SXSW, feira que aborda as novidades do mundo do entretenimento, enfrentou várias baixas e também precisou anunciar seu cancelamento. Outro exemplo foi o GTC, encontro sobre inteligência artificial que optou por acontecer somente através de videoconferência.

No momento inclusive o maior evento esportivo, as Olimpíadas de Tóquio 2020, correm algum risco. Marcados para começar no final de julho, os jogos seguem na data estabelecida, e o Comitê Olímpico Internacional já destacou que pretende evitar qualquer alteração. Contudo, o ministro japonês Seiko Hashimoto já admitiu a possibilidade do evento ser adiado para o final de 2020, caso a situação não esteja controlada nas próximas semanas.

A triste verdade sobre a velocidade de leitura: não funciona

Em 2007, logo após o lançamento do último volume da série Harry Potter, uma mulher chamada Anne Jones leu todas as 784 páginas em exatamente 47 minutos. Para provar que ela realmente leu o livro inteiro em tão pouco tempo, Jones, que venceu o Campeonato Mundial em velocidade lendo seis vezes, recontou os pontos principais da trama para um grupo de repórteres. Eles ficaram satisfeitos com a recontagem inesperada, o que significava que Jones havia lido o livro com sucesso a 4.200 palavras por minuto.

Para comparação, mesmo os adultos, que podem ser chamados de “bons leitores”, só conseguem ler notícias a uma velocidade de 200 a 400 palavras por minuto. A perspectiva de leitura em alta velocidade é muito atraente: sem dúvida, esse foi o motivo pelo qual, nos anos 50, Evelyn Wood ofereceu seu programa de leitura Reading Dynamics. Como o artigo do New York Times afirma: “O objetivo do curso era ensinar às pessoas como fazer menos movimentos oculares na página, obtendo mais informações a cada olhar.” E nisso, em essência, as técnicas modernas se baseiam na cobertura do número máximo de palavras – incluindo aplicativos que usam uma apresentação visual rápida e consistente.

De fato, a leitura em alta velocidade é um tipo de desnatação ou “rolagem ocular”. Você pode ver quantas palavras quiser, mas mesmo que entenda todas as palavras individualmente, elas não significarão nada como um todo. O processo de reconhecimento linguístico simplesmente não funciona assim.

Existe apenas uma pequena área na retina (chamada fóvea) na qual nossa acuidade visual é realmente grande. Nossos olhos são muito limitados em sua precisão fora desta área. Isso significa que podemos perceber apenas uma palavra, mais ou menos, com cada olhar, assim como parte das palavras em ambos os lados. De fato, experimentos realizados desde a década de 1960 provaram mais de uma vez que, quando as pessoas usam “leitura rápida”, elas simplesmente não conseguem perceber partes do texto pelas quais passam”.

É claro que, apesar disso, há pessoas que realmente lêem mais rápido que outras. O segredo deles não é tão interessante e é improvável que você possa usá-lo em aplicativos para leitura em alta velocidade. O fator que mais afeta a velocidade de leitura é a capacidade de reconhecer palavras. Isso significa que a velocidade de leitura de cada indivíduo depende mais de suas habilidades linguísticas do que da direção em que movem os olhos.

Festival de música Coachella será adiado para o mês de outubro

O festival de música Coachela, que estava marcado para acontecer nos finais de semana do dia 10 e 17 de abril, na Califórnia, terá que ser adiado devido as preocupações com a epidemia de coronavírus nos Estados Unidos.

De acordo com um comunicado oficial divulgado pela organização do evento, o adiamento para os finais de semana do dia 9 e 16 de outubro é uma orientação das autoridades de saúde da Califórnia. O anúncio destacou que essa decisão foi tomada em meio a um momento de incerteza generalizado, prezando pela saúde e segurança de toda a equipe, dos artistas e do público.

Até o momento, os responsáveis pelo festival não confirmaram se conseguirão manter o mesmo line-up de shows que estavam previstos antes do adiamento. Entre as atrações que estavam confirmadas para participar do festival haviam dois artistas brasileiros, Pablo Vittar e Anitta.

Além disso, o festival Stagecoach, que aconteceria no mesmo local, no final do mês de abril, também foi adiado para o fim de outubro. Os fãs que possuem ingressos para os dois festivais continuarão podendo comparecer nas novas datas. Já para aqueles que não têm disponibilidade nos novos dias escolhidos, estes terão a chance de receber o dinheiro de seus ingressos de volta.

Segundo notícias divulgadas pela revista Rolling Stone, fontes ligadas à organização do Coachella já estavam há semanas negociando esse adiamento e a melhor forma de administrar os possíveis prejuízos da alteração. Juntos, o Coachella e o Stagecoach arrecadam em lucro aproximadamente US$ 1,4 bilhão a cada edição, e chega a receber um público de 250 mil pessoas.

O Coachella é sediado no Empire Polo Club, na região de Indio, a cerca de duas horas de Los Angeles. Até o momento, a Califórnia tem sido um dos estados mais atingidos pelo coronavírus, com mais de uma centena de casos confirmados.

Por enquanto, vários eventos e festivais de grande porte marcados para ocorrer nos Estados Unidos já foram adiados ou cancelados. Além da mudança de data do Coachella, o SXSW, o Tin Pan South Songwriters e o Ultra Festival acabaram cancelados. Já na Europa, o Tomorrowland Winter, que aconteceria na França, também foi suspenso.

Empiricus se atualiza após polêmica envolvendo Bettina

Após sanções de entidades reguladoras, a marca faz pedido público de desculpas e mostra evolução de seu departamento de compliance.

As redes sociais ficaram em alvoroço no início de 2019 com o anúncio de Bettina, que dia ter feito um investimento de mil reais se tornar um patrimônio superior a um milhão em pouco mais de três anos. No comercial que viralizou na internet, a copywriter atribuiu esse crescimento patrimonial aos conselhos da Empiricus.

As entidades reguladoras se manifestaram devido ao exagero. O Procon aplicou multas e o Conar solicitou a suspensão do anúncio (e outros cinco da marca). Ademais, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) também criou uma série de regras para a publicidade veiculada pelas empresas de análises de investimentos.

Seis meses depois da repercussão, a Empiricus lançou outro infomercial, mas desta vez com pedido público de desculpas. Na produção, Bettina volta à cena e reconhece que houve um erro na forma como sua relação começou com o público e que foi passada a mensagem distorcida de que sua evolução patrimonial aconteceu de maneira fácil ou rápida.

A copywriter ressalta que foi mesmo na versão curta do comercial era necessário ter ficado mais claro que outros aportes foram feitos ao longo do caminho, ou seja, os mil reais iniciais não foram os únicos responsáveis pelo montante que obteve. Por essa razão, ela e os profissionais da Empiricus pedem sinceras desculpas.

Segundo Bettina, nem ela e nem a companhia tiveram retorno positivo com a repercussão do anúncio, visto que seu objetivo era apresentar um curso gratuito sobre investimentos. Bastava o público clicar no botão “Saiba Mais” do anúncio para conhecer mais sobre o mercado de capitais, entender o que são investimentos de renda fixa (conservadores) e de renda variável (de risco) e se posicionar em relação a eles.

Compliance atualizado

O principal ponto a ser avaliado durante esses seis meses foi a mudança de postura da Empiricus. A empresa tornou seus processos internos mais rígidos e deu mais atenção às suas comunicações externas, além de trazer profissionais ainda mais técnicos para sua equipe.

Foram ações que fortaleceram seu departamento de compliance, responsável por fazer com que a empresa siga a legislação, regulamentações e demais normas das entidades reguladoras. Hoje, nenhuma companhia que atua como veículo de comunicação no setor de investimentos apresenta um compliance tão atualizado, algumas das concorrentes sequer possuem tal departamento.

Além disso, a empresa buscou se aproximar das entidades reguladoras, com destaque para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Anteriormente, tinha um posicionamento de que a entidade não poderia regular suas ações, já que não se enquadra como uma casa de análises e sim um player de comunicação, agora busca atender suas orientações como a criação de alertas de risco.

Basicamente são mensagens de alerta que evidenciam que ganhos passados não garantem retorno no futuro. Parece simples, mas esses alertas são referência para os demais players do mercado e já estão rodando em 100% das comunicações veiculadas pela Empiricus, inclusive seus relatórios.

Após caso Bettina, Empiricus faz pedido público de desculpas

Bettina Rudolph ficou conhecida pelo anúncio em que disse ter transformado mil reais em um milhão em três anos com os conselhos da Empiricus. Na época, o Procon aplicou multas pelo exagero da campanha, o Conar pediu a suspensão da publicidade e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) apresentou uma série de orientações para a publicidade das empresas de análise financeira.

Pouco mais de seis meses depois, a copywriter protagoniza mais um vídeo, dessa vez pedindo desculpas pelo primeiro anúncio. “Quando você me viu pela primeira vez […] não consegui mostrar quem sou,” ressalta. Segundo ela, o vídeo transmitiu uma mensagem equivocada de que sua evolução patrimonial ocorreu de maneira fácil ou rápida.

Mesmo naquela versão curta do vídeo, de pouco mais de um minuto, deveria ter ficado claro que foram feitos outros aportes ao longo dos três anos. “Eu te peço sinceras desculpas por isso,” enfatiza Bettina.

A profissional pede, em nome da Empiricus, uma segunda chance para que mostre quem realmente são. Além disso, depois de tudo isso, ela indaga o que poderia ter acontecido com o público caso tivesse apertado o ícone “Saiba Mais” do primeiro comercial.

Bettina afirma que não encheram o bolso com a campanha, pelo contrário, quem assistiu ao infomercial até o fim viu que ele oferecia um curso gratuito. Não havia nenhum produto à venda e nem ela, nem a Empiricus faturaram um real sequer com aquela exposição.

De acordo com a copywriter, o motivo pela demora para um pedido público de desculpas foi porque a empresa não estava preparada para isso. “Seriam desculpas completamente vazias,” enfatiza.

Compliance melhor estruturado

Nos últimos meses, a empresa avançou o equivalente a anos em relação a suas comunicações externas e rigidez de seus processos. O time de profissionais foi reforçado com nomes ainda mais técnicos e deu passos importantes para o desenvolvimento de um departamento de compliance que hoje é referência para o mercado editorial do país.

O compliance é o setor da companhia que assegura a adequação de suas atividades com a legislação vigente. Hoje, nenhuma empresa brasileira de conteúdo que trata do tema de investimentos possui um compliance tão bem estruturado quanto a Empiricus.

Além disso, houve uma grande evolução em suas ações e com isso a aproximação com as entidades reguladoras, em especial a CVM. A companhia adotou um modelo de exposição de alertas de riscos de operações, uma das orientações da entidade. Tudo já está sendo aplicado em 100% das peças publicitárias e relatórios da marca.

Com CVM, a Empiricus teve alguns problemas no passado e entendia que o órgão não tinha poder de fiscalização sobre suas atividades, visto que se trata de um player de comunicação sobre investimentos e não uma casa de análise. Hoje, busca o alinhamento com seus reguladores.

Nesses seis meses a marca mostrou sua evolução, o que traz mais segurança para seus mais de 360 mil assinantes e 300 profissionais de pesquisa financeira.

Como integrar os princípios de mídia social ao design de web móvel

Atualmente, a mídia social é a forma mais popular de interação, não apenas pessoal, mas também nos negócios. Por exemplo, eles nos dão a oportunidade de nos comunicar com muito mais pessoas do que poderíamos pagar antes (o que é bom para consumidores e empresas). Além disso, as mídias sociais também incentivam um novo estilo de comunicação que aprecia a concisão e a natureza visual da história.

Mas, como essas  tecnologias são tão populares, por que a presença deles no web design móvel é tão limitada?

A presença aqui não significa o uso de elementos familiares das mídias sociais como widgets de autorização via redes sociais (login social), botões Compartilhar, Inscrever-se em boletins de notícias, vídeos do YouTube, imagens que podem ser adicionadas ao Pinterest etc.

Estamos falando da ausência de muitas outras formas de interação que seriam inspiradas pela maneira de comunicação que prevalece nas mídias sociais. Infelizmente, é raro que um site ou aplicativo para dispositivos móveis possua a capacidade de envolver um público da mesma forma que as redes sociais.

Use o símbolo de notificação para orientar os usuários a ações específicas – A tela do celular é muito pequena para você controlar seu espaço com muita liberdade; portanto, as notificações sobre as ações esperadas do usuário não devem ocupar muito espaço. A maneira mais fácil de fazer isso é com ícones e símbolos. Muitos caracteres com os quais estamos acostumados nas redes sociais podem ficar bem no contexto de sites para celular.

Melhore sua marca com hashtags – A maneira como nos comunicamos nas redes sociais é única em si. Muitas pessoas não apenas usam abreviações para gerar o máximo de economia a um espaço muito limitado, mas também apresentam uma maneira mais rápida de entregar mensagens aos usuários-alvo.

Ofereça uma imagem atraente e única – Ao rolar por um feed de notícias nas redes sociais, é improvável que você encontre muitas postagens com um grande número de imagens anexadas. A menos, é claro, que você tenha amigos que compartilhem fotos de suas férias.

Como regra, a maioria das mensagens nas redes sociais que você encontra são bastante simples: uma mensagem de texto com uma imagem anexada. E se a imagem não foi anexada automaticamente após a adição do link, você deve escolher algo que seja memorável e relevante.

Táticas para aumentar a conversão de vídeo

Todo mundo sabe que o potencial de conversão do conteúdo de vídeo excede o potencial de qualquer outro material de marketing, permitindo que as empresas cresçam mais rapidamente, aumentem lucros e gerem mais leads nos negócios.

Mas e se você precisa usar o vídeo em seu marketing, mas não testemunhou resultados tão surpreendentes? Vale a pena abandonar esse formato? Provavelmente não. O problema pode ser resolvido se você seguir várias etapas para otimizar a taxa de conversão dos seus vídeos.

Crie vídeos que as pessoas desejam assistir – Embora “isso seja compreensível”, até as coisas mais óbvias devem ser ditas, porque é muito difícil gerar conversões usando um vídeo que as pessoas nem querem assistir.

Melhorar a qualidade do seu conteúdo é a chave do seu sucesso. Não exagere com metáforas, eufemismos e outros elementos decorativos. Esses truques são espetaculares, tornam a narrativa vívida e interessante e podem ser usados, mas devemos entender que o vídeo deve representar algo mais do que apenas uma bela imagem.

O vídeo deve ser conciso, concentrar a atenção do espectador nos mais importantes e, ao mesmo tempo, ter tempo para interessá-lo, intrigas, despertar nele o desejo de aprender mais sobre o que foi discutido no vídeo. Este deve ser o começo da conversa, não um substituto para ela.

Insira um CTA (um ou vários) – O CTA é uma parte essencial do seu vídeo. Este elemento é diretamente responsável pela conversão do visualizador.

Se o seu apelo à ação é atraente o suficiente e atende às necessidades do público, você pode convencê-lo a executar a ação-alvo – seja mudar para uma página de destino, registrar-se em um webinar ou comprar um produto. Se a chamada for fraca e malsucedida, você logo descobrirá que o vídeo não é convertido como gostaria.

Você pode apresentar um apelo verdadeiramente eficaz se usar palavras fortes que indiquem ações específicas e simplifiquem adequadamente o conteúdo, para que seja tão simples e fácil de ler e entender. O principal é que seu texto atenda às necessidades e interesses do público que você deseja influenciar.

Os melhores CTAs são sempre extremamente concisos e exigentes o suficiente. A brevidade é a irmã do talento, e até apelações curtas são fáceis de ler, embora, à primeira vista, possam não parecer.