Dieta mediterrânea: pode ser mais benéfica do que você pensa

A dieta mediterrânea tem vários benefícios que vão desde ajudar você a perder peso até a viver mais para melhorar a saúde do seu cérebro. Agora, uma nova pesquisa analisou os efeitos dessa dieta em pessoas com problemas cardíacos e acabou descobrindo mais um benefício para acrescentar a essa lista.

O estudo observacional foi apresentado na conferência da Sociedade Europeia de Cardiologia no início de setembro de 2018. O trabalho mostrou que as pessoas que tiveram uma história de doença cardiovascular e ficaram mais próximas da dieta mediterrânea tiveram um risco 37% menor de morte em comparação com aquelas que não acompanhavam a dieta.

Uma dieta mediterrânea, para quem não sabe, é aquela que é baseada em vegetais e legumes, peixe, frutas, nozes e grãos integrais. A comida é cozida em azeite, em vez de manteiga ou outro tipo de óleo. Os carnívoros podem manter cortes de frango e carne magra em seu cardápio mediterrâneo. Carne vermelha, comida processada e açúcar estão fora do cardápio.

A dieta parece ser ainda melhor do que uma das opções mais prescritas para pessoas com problemas cardíacos: estatinas redutoras de colesterol. Em média, as estatinas reduzem o risco de problemas cardíacos em cerca de 24%, de acordo com estudos anteriores. Isso significa que a dieta parece ser um verdadeiro vencedor para ajudar na saúde do coração.

Muitos médicos gostam da dieta porque há muitas opções de menu e ainda admite um copo de vinho ou cerveja por dia, permitindo que as pessoas vivam com ela muito mais facilmente do que com outras dietas.

Estudos anteriores mostraram que as pessoas que seguem a dieta mediterrânea têm um menor risco de ataque cardíaco e derrame. A dieta também pode reduzir o risco de câncer, melhorar a saúde dos ossos e ajudá-lo a viver por mais tempo.

Com nova taxa em vigor, Correios arrecadará R$ 90 milhões por mês

Após as recentes notícias sobre a taxa de R$ 15,00 cobrada pelos Correios em encomendas internacionais, foi possível estimar quanto a estatal irá arrecadar diariamente. Com base na nova taxa cobrada, a estatal irá arrecadar entre R$ 1,5 milhão e R$ 4,5 milhões a cada dia de cobrança em encomendas internacionais. O aporte mensal arrecadado pela empresa com a cobrança da nova taxa irá atingir a casa dos R$ 90 milhões todos os meses.

De acordo com o presidente dos Correios, Carlos Roberto Fortner, esse valor arrecadado com a taxa de R$ 15,00 sobre encomendas internacionais, será para melhorar esse serviço e poderá melhorar a qualidade de outros serviços oferecidos pela estatal.

“Todo o valor arrecadado através do despacho postal internacional será destinado a custear todos os processos e a estrutura utilizada para o desembaraço alfandegário, um gasto que era incluído em outros serviços oferecidos pelos Correios”, diz Fortner.

A nova taxa de R$ 15,00 cobrada pelos Correios para encomendas internacionais, passou a vigorar no dia 27 de agosto de 2018. Um dos motivos para a inclusão desta taxa é que, o volume de encomendas recebidas pelos correios ao longo dos últimos anos teve um aumento significativo. A média de objetos recebidos do exterior pela estatal tende a variar entre 100 mil e 300 mil a cada dia. Isso levou a existência da taxa para que a empresa pudesse manter o padrão dos serviços prestados.

O presidente dos Correios também fala sobre a cobrança do despacho postal, uma prática que já acontece em outros países, com taxas de cobranças quatro vezes maiores em comparação coma à taxa cobrada pelos Correios.

“Quando o volume de encomendas é menor, os gastos acabam sendo diluídos pelo volume de outras operações. Já com a elevação da quantidade de encomendas importadas de outros países, tornou-se necessário revermos a questão dos gastos envolvidos neste tipo de serviço e permitir que cada cliente pague apenas o que tem que pagar. Ou seja, tivemos que nos adaptar para podermos continuar”, explicou Fortner.

Grupos Pão de açúcar e Carrefour Brasil cressem mesmo em meio a crise.

Crise Econômica? Essas Palavras parecem não existir no vocabulário dos dois maiores grupos varejistas do país, mesmo o país tendo sua economia mergulhada em uma crise, os grupos tiveram faturamento recorde no segundo semestre e muito superior ao do ano passado.

Embora a economia do país ainda rasteje para fora da crise à coisa está bem melhor para os dois grandes grupos varejistas do país, o Carrefour Brasil teve um aumento de 47% comparado com o ano passado o que representa um lucro liquido equivalente a 440 milhões de reais.

No Grupo pão de açúcar as coisas também não foram muito diferentes o grupo lucrou este ano cinco vezes mais que no ano passado, tendo um lucro líquido de 526 milhões de reais.

A economia enfraquecida do país parece destoar bastante do que ocorre com o grupo, e não é por acaso, os grupos tem investido bastante em novas formas de atrair o público uma delas é o maior investimento no atacarejo Assaí.

O grupo pão de açúcar é o que mais tem investido nessa modalidade e já está colhendo os resultados, vendo a modalidade cada vez mais crescendo no mercado e sendo uma das principais formas de lucro do grupo.

No grupo Carrefour o grande aumento veio da área de comércio eletrônico que teve uma grande alta e puxou o lucro o que levou ao grande resultado no final do trimestre.

Nem mesmo a greve de caminhoneiros que ocorreu esse ano foi capaz de interromper o crescimento dos grupos, e isso porque muitas lojas dos grupos tem seu próprio depósito com uma grande capacidade de armazenamento o que permitiu que o abastecimento continuasse normalmente.

Esse resultado se tornar ainda mais significativo quando nos lembramos de que a páscoa ocorreu na primeira semana de abril o que levou as compras para essa data a serem antecipadas e serem feitas no primeiro trimestre.

Depois de vender kit bucal, negócio de empresário fatura R$ 141 milhões

A saúde bucal é um dos principais fatores para garantir a qualidade a vida, se baseando nisso, o empresário Fernando Massi, decidiu dar palestras sobre a importância dos cuidados com os dentes e assim conseguiu atrair clientes.

Quando estava cursando Odontologia, Massi, vivia com o dinheiro contado para custear os seus gastos, então para conseguir mais renda, o jovem estudante na época começou a dar palestras para a classe média em escolas estaduais, depois da palestra ele conseguia vender o seu kit para a saúde bucal. Por noite eram de quatro a cinco palestras.

Depois que se graduou em 2002, Massi foi trabalhar em um consultório que abriu, no entanto, viu que não tinha perfil para ficar em um espaço de 30 metros quadrados longe do contato social que tinha com os colegas e professores.

Como fazia em sua época de estudante, Massi voltou a dar palestras educacionais e direcionou os seus esforços para conseguir novos clientes para o consultório. Ele sabia que havia espaço no mercado. As estatísticas comprovam que somente 5% da população procura espontaneamente por dentistas pelo menos uma vez por ano. Isso motivou o profissional a dar palestras para atrair um público em potencial.

 Inicialmente o seu consultório fazia tratamentos de canais, limpezas e obturações, mas posteriormente os tratamentos foram aprimorados e passaram a incluir aparelhos dentários.

 De acordo com o empresário o negócio cresceu pela facilidade da forma de pagamento para a classe média. Os aparelhos são vendidos por um valor relativamente caro, mas a forma de pagamento permite várias parcelas.

 Com a orientação do Sebrae, a receita da empresa com um ticket baixo teve bons resultados. Consultorias especializadas em recursos humanos e jurídico também foram contratadas pelo empresário.

 Depois que a gestão se tornou mais profissional a empresa começou a deslanchar e os lucros vieram. Quando um amigo se interessou em ter uma clínica, veio a ideia de tornar o negócio uma franquia. Então em 2004 foi fundada e rede Orthodontic.Com a ideia de franquia, os resultados se multiplicaram. Hoje são mais de 190 clínicas em operação e somente no ano passado houve um faturamento de 141 milhões de reais.

Caixa atrasa a divulgação dos seus resultados devido às investigações de corrupção

Os resultados das averiguações que estão sendo realizadas na Caixa Econômica Federal, que abrangem executivos e ex-diretores do banco por suspeitas de corrupção, influenciaram na resolução da auditoria PwC (PricewaterhouseCoopers) de assinar os resultados da Caixa, do terceiro trimestre do ano passado. A demora que ocorreu na divulgação dos resultados do banco, teve esse como um dos seus motivos, sendo que a divulgação só saiu no dia 29 de dezembro, quando o balanço do trimestre ficou disponível no site da Caixa, depois que a PwC deu a sua autorização, mas com observações no relatório dos auditores independentes.

Segundo algumas fontes, a consultoria teria rejeitado aprovar o balanço antes que as averiguações chegassem ao fim, mas as considerações finais foram entregues somente há alguns dias atrás à 10.ª Vara Federal, em Brasília, pela Procuradoria da República. O relatório da investigação teve também a ajuda da consultoria de riscos Kroll, que em agosto atendeu ao pedido do Conselho de Administração da Caixa. O documento foi elaborado pelos advogados do escritório Pinheiro Neto e devido aos resultados das investigações, quatro vice-presidentes da Caixa foram afastados dos seus cargos.

O parecer feito pelos auditores independentes que acompanharam os resultados financeiros do banco, a consultoria explicou que não havia possibilidade de definir se teriam que ser realizados ajustes ou publicações adicionais, às considerações dos casos que estavam sendo investigados até o mês de setembro, já que as averiguações sobre esses eventos ainda estavam em curso.

A PwC declarou que com exceção das possíveis consequências das ações ilícitas, não houve nenhum dado que possa demonstrar que os resultados da Caixa não foram produzidos com todas as características importantes, seguindo todas as normas contábeis praticadas no território brasileiro, e que são adequadas às instituições com permissão do Banco Central para funcionar. Os índices apresentados pela Caixa no terceiro trimestre foram de 2,168 bilhões de reais de lucro líquido, o que representa um aumento de 122,1% em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a Caixa teve um lucro líquido de 998 milhões de reais.

As averiguações mostraram que estava tudo certo em relação aos balanços contábeis, mas de acordo com o relatório feito pelo escritório de advocacia, foram encontrados eventos de influência política dentro do banco, em no mínimo quatro vice-presidências.

Número de turistas no Réveillon carioca aumentou mais de 11%

A festa de Réveillon na cidade maravilhosa esse ano, apresentou um número maior de turistas e fez com que quase dois bilhões de reais fossem injetados na economia carioca, um aumento significativo de 19,2% em relação ao ano anterior, segundo informações de Sérgio Sá Leitão, ministro da Cultura. Esses dados foram divulgados em uma entrevista do ministro, de acordo com informações de uma pesquisa realizada pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Essa foi a primeira vez que uma pesquisa desse tipo foi realizada, mostrando que o Réveillon carioca recebeu mais de setecentos mil visitantes, um aumento de cerca de mais de 11% em relação ao Réveillon de 2017.

Entre esses visitantes, cerca de 614 mil foram turistas nacionais e 93 mil eram turistas de outros países. A pesquisa também mostrou que os visitantes estrangeiros ficaram cerca de seis dias em média no Rio, gastando em torno de R$ 329 por dia. O turista nacional permaneceu por cerca de cinco dias em média na cidade, gastando por dia em torno de R$ 287.

O país que mais enviou turistas para a festa de Réveillon no Rio, foi a Argentina. De todos os visitantes estrangeiros,

33,1% eram argentinos, seguidos de europeus com 21,4% e de chilenos, com 10,7% do total.

Entre os visitantes nacionais, a maior parte foi formada por paulistas, com 41,4%, seguidos dos mineiros com 16,3%, e 6% vieram do Distrito Federal. Os hotéis da cidade do Rio de Janeiro comemoraram os números positivos da chegada de 2018, quando a taxa de ocupação chegou a 98% das acomodações.

O estudo concluiu ainda, que as taxas de emprego que foram geradas, também aumentaram cerca de mais de 9% em relação ao ano anterior, com quase 49 mil vagas preenchidas para a realização da festa de Réveillon. Os valores apresentados em arrecadação tributária também cresceram cerca de 9,2%, onde R$ 115 milhões foram arrecadados na cidade somente neste período.

Ainda na opinião do ministro da Cultura, as consequências da festa foram positivas e comprovam a capacidade que a cidade do Rio de Janeiro apresenta em relação ao turismo. Ele ainda acredita que  com novos eventos  esportivos, culturais e na área de negócios acontecendo na cidade, o Rio poderá voltar a ser uma cidade próspera e desenvolvida economicamente.

 

Reforma da Previdência vai prejudicar brasileiros em estados onde a expectativa de vida é menor

O governo quando estabelece para a Reforma da Previdência  idades mínimas  de 62 anos para as mulheres e 65 para os homens, ele acaba desfavorecendo brasileiros que moram por exemplo em estados nordestinos, e também aqueles que moram principalmente nas periferias dos centros urbanos, segundo o professor da USP, Ruy Braga, especializado em sociologia do trabalho.

Ele ainda declarou que o principal problema entre as medidas propostas pela Reforma da Previdência, não é a idade mínima em si, mas sim as diferenças sociais, regionais e as desiguais perspectivas de vida associadas com as taxas de renda. Segundo o professor, devido às expectativas de vida nessas regiões serem menores, não vai existir uma aposentadoria provável para a maior parte das pessoas que moram nesses locais.

O professor lembra que a perspectiva média de vida no país é de 75,8 anos, mas que essa idade não mostra a realidade de algumas regiões do país. Um exemplo é o estado de São Paulo, onde a perspectiva de vida média dos homens é de 74,9 anos e das mulheres, é de 81,1 anos. Mas por exemplo no bairro de Parelheiros, localizado na zona sul da cidade, o Mapa da Desigualdade realizado em 2017 mostrou que a perspectiva de vida nesse bairro é de 59,9 anos, ou seja, muitas pessoas que moram ali não vão conseguir se aposentar.

Ao tentar aprovar a Reforma da Previdência, o governo precisa apresentar solidariedade com a parte da população que mais necessita do apoio da Previdência. O governo tem conhecimento de que com essa idade mínima, ele vai retirar não somente estados como Piauí, Alagoas e Maranhão, mas também a população que mora nos centros urbanos. A população brasileira precisa estar ciente que vai existir um corte imenso, das pessoas que não vão conseguir se aposentar devido às desigualdades sociais existentes no país.

De acordo com Eduardo Fagnani, professor de Economia da Unicamp, é certo que haja uma mudança na Previdência de vez em quando no país. O que segundo ele não é certo, é a maneira como isso está sendo realizado no país. Uma medida que vai mexer com cerca de 130 milhões de brasileiros, precisa ser discutida mais amplamente e não é isso que está acontecendo. Essa situação está manchando a democracia e o governo está promovendo um certo terrorismo com a população, já que ele afirma que sem a Reforma da Previdência o país poderia falir.

 

Petrobras começa 2018 com novos reajustes no preço dos combustíveis

Já na primeira variação que ocorreu em 2018, o preço da gasolina destinada às refinarias sofreu uma queda de 0,1% no dia 3 de janeiro deste ano. As informações foram divulgadas pela Petrobras, que é responsável pelos reajustes que ocorrem no preço dos combustíveis aqui no Brasil. No caso do diesel, o reajuste foi de alta, e elevou o preço do combustível para 0,6% já nos primeiros dias deste ano.

O preço dos combustíveis sofreram variações no dia 30 de dezembro de 2017, quando a gasolina buscou uma alta na casa de 1,9%, e o diesel uma alta de 0,4% na mesma ocasião. Conforme o argumento utilizado pela estatal para reajustar o preço de combustíveis e gás natural no país, esse reajuste também segue um maior alinhamento com as cotações diárias do mercado internacional. Em busca de conseguir alcançar os objetivos, a estatal passou a adotar esta prática de reajuste e conseguir se fortalecer diante do mercado externo. Também visando que tais reajuste não prejudique sua participação diante do mercado interno, a Petrobras confirma que “tem como base o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos nossos principais concorrentes para o mercado”.

De acordo com a estatal, as alterações ocorridas no mercado interno são bem avaliadas em cada decisão tomada. “Avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, afirma em nota a Petrobras.

Mesmo com os reajustes no preço dos combustiveis ser feito diretamente às refinarias, o preço cobrado nas bombas de combustíveis tendem ou não a sofrer variações para o consumidor final. Isso depende de cada estado e região do país, pois a variação dos preços é de acordo com cada localidade.

A última redução no preço da gasolina foi no dia 27 de de dezembro de 2017, quando na ocasião, a redução do preço da gasolina foi de 0,4%. O preço do diesel teve uma alta na mesma ocasião, atingindo 1,1% e 0,9% de alta no dia seguinte.

 

Software criado por pesquisador é capaz de reduzir até 40% da conta de luz

Uma nova pesquisa feita pela FEECFaculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, localizada em Campinas – SP, permitiu o desenvolvimento de um software capaz de mapear e registrar todo o consumo de energia elétrica de cada aparelho em uma empresa, o que possibilita uma economia de até 40% no consumo de energia elétrica. A pesquisa tão eficiente que até uma distribuidora de energia elétrica da região se interessou no software e pretende implantá-lo nos próximos meses.

Desenvolvido exclusivamente para o setor comercial, o software pode atender hospitais e hotéis. Contudo, o pesquisador responsável por desenvolver o software assegura que o dispositivo poderá também atender as indústrias.

O pesquisador Hader Aguiar Dias Azzini, desenvolvedor do dispositivo, explicou que o software funciona quando é instalado em um quadro geral de força. Após a instalação, o software começa a fazer diversas leituras e envia dados automaticamente pela internet para que eles sejam analisados pelo programa. Assim que o programa executa a análise, o consumo é dividido em equipamentos, onde cada um deles passa por uma análise individual.

Esse levantamento realizado pelo dispositivo informa o proprietário da empresa quando determinado aparelho é ligado e o tempo total de uso em um dia, além de outros dados que possam auxiliar o empresário em mudanças que reduzam o consumo de energia elétrica.

“Eu boto um medidor lá na empresa e reconheço qual equipamento está funcionando dentro da empresa sem ter que entrar lá. Isso é feito só com o reconhecimento de padrões. Eu consigo dizer quanto cada equipamento consome”, revelou Azzini.

O pesquisador ainda afirma que os relatórios elaborados pelo software permitem que o proprietário da empresa conheça quais são os aparelhos que mais consomem energia elétrica e ainda se há alguma falha que comprometa o gasto mensal.

Dentre alguns dados que já foram coletados pelo dispositivo, Azzini alerta: “O ar condicionado é responsável por 40% do consumo”.

“Através desse software, nós conseguimos realizar a eficiência energética e ainda determinar qual aparelho eletrônico está gastando mais energia”, explicou Azzini.

 

Setor agropecuário registra alta de 115,2% em exportações no mês de novembro

O mês de novembro de 2017 registrou um crescimento de 115,2% no volume total de exportações realizadas a partir de produtos agropecuários brasileiros. O registro de crescimento é uma comparação com o mês de novembro de 2016.

A alta de 13,3% registrada nas exportações brasileiras também no mês de novembro deste ano, foi impulsionada em grande parte pelo setor agropecuário do país, segundo os dados da FGV – Fundação Getulio Vargas, que mediu o número de exportações a partir do Indicador de Comércio Exterior.

Dentre as exportações realizadas no mês de novembro deste ano, o setor da indústria da transformação registrou uma alta de 5,4% nas exportações em uma comparação com o mesmo mês em 2016. Já a indústria extrativa do país registrou uma alta de apenas 0,2% também no mesmo período.

Segundo o Indicador de Comércio Exterior, os produtos que mais foram exportados no mês de novembro deste ano foram os bens de consumo duráveis, com um total de 27,8% das exportações. A segunda categoria de produtos exportados com o maior número de exportações durante o período foi o de bens intermediários, que são os produtos do setor produtivo, com um total de 15,7% das exportações de novembro. Já as máquinas e equipamentos, que compõem os bens de capital, registraram uma queda de 10,7% no número de exportações no mês de novembro em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Em relação ao preço dos produtos que foram exportados durante o mês de novembro de 2017, a FGV divulgou que houve uma queda de 2,6% no preço dos produtos brasileiros. Os valores também foram comparados com o mesmo mês do ano passado.

Segundo a FGV, o principal motivo que fez o preço dos produtos exportados recuar foi o preço da soja, que registrou um recuo de 11% na mesma comparação. Já o preço dos produtos agropecuários registrou uma queda de 7,6% em novembro deste ano.

Durante o mesmo período, o número de importações realizadas no país teve um crescimento de 20,2%, comparado a novembro do ano passado. O que significa um número maior de importações do que exportações em novembro de 2017. Dentre as importações, a indústria extrativa foi a que mais registrou alta, com 37% das importações. Seguida da indústria da transformação com 17,9% das importações durante o período.