Como iniciar o ano sem nenhuma dívida? Planejamento é a palavra chave!

Ano novo, vida nova… Ou será que não? Embora o ano novo seja uma das datas preferidas do brasileiro, já que ele festeja e renova as esperanças para o novo ano, ele também pode ser motivo de dor de cabeça já que as contas começam a chegar.

Após toda a festança, IPVA, IPTU, matrícula escolar, material escolar, além de outras inúmeras dívidas que surgem em janeiro, para evitar que tudo se acumule e você se individe, planeje-se com antecedência.

Para que o planejamento seja feito de umacordo maneira efetiva e verdadeira, leve em conta todos os seus gastos, desde os costumeiros, as contas extras do começo do ano, até aqueles gastos considerados banais, como os do cafezinho, do barzinho, cinema, ou qualquer outra atividade do gênero.

Caso você não tenha o hábito de anotar todos os seus gastos (desde os mínimos, como citado anteriormente) pegue a sua fatura do cartão de crédito, que já será possível ter uma visão melhor de todos os seus gastos e assim saber como administra-los.

Depois análise qual dívida você pode quitar ou das mais altas qual você pode começar a pagar primeiro, assim é mais fácil eleição quais têm prioridade em ser pagas e quais podem ser postergadas por mais um tempo.

Ainda é benéfico que você veja caso por caso, divida por dívida, qual pode ser parcelada ou paga a vista. Lembrando que pagar a vista é excelente, já que algumas contas dão desconto quando pagas desta maneira. Negociar a mensalidade e a matricula, rever ou negociar o preço dos seguros também podeme ser ações viáveis para economizar um pouco e planejar se de todas as contas, assim, não tomando nenhum susto no início do ano.

Na hora de comorar material escolar e livros pesquise muito também, já que os preços podem ser muito diferentes de estabelecimento para estabelecimento.

Para não acumular ainda mais dívidas, compre no natal a vista ou com cartão de débito, caso não tenha dinheiro, evite comprar. Se você estiver sem dívidas, utilize parte do décimo terceiro para quitar as dívidas do começo do ano, iniciando o ano com tudo quitado.

 

Orçamento federal irá liberar R$ 7,51 bilhões em recursos arrecadados em 2017

Devido a uma eficiência observada na forma com que o governo vem realizando os gastos públicos no Brasil, e com uma maior carga tributária praticada em 2017, o governo irá liberar R$ 7,51 bilhões que estavam bloqueados junto ao orçamento federal em 2017.

Esses dados foram divulgados pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão no dia 17 de novembro deste ano, que apontam uma expectativa de melhorias no atendimento da população nos serviços públicos devido a injeção deste valor.

“Nós vamos privilegiar o atendimento das necessidades de funcionamento dos órgãos e do pagamento de obras em andamento. A situação da maioria dos órgãos é de realmente um aperto orçamentário muito duro”, explicou Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

Para se chegar a esse valor liberado e voltado para recursos aplicados no país, a receita líquida praticada no país aumentou R$ 4,97 bilhões este ano. Também valores referente a leilões de hidrelétricas e de petróleo, que atingiram a casa dos R$ 2,61 bilhões com os leilões, junto a devolução dos precatórios que atingiu a casa dos R$ 2,71 bilhões que somaram e retornaram aos cofres públicos.

Esse são alguns dos principais fatores que levaram ao aumento da arrecadação, e devido a isso, o ministério prevê que irá haver uma redução de gastos em torno de R$ 2,53 bilhões, que foram ocasionados por menos gastos com seguro-desemprego e o abono salarial em 2017. Isso também levou a uma redução de despesas em 2017 de R$ 32,2 bilhões para R$ 24,7 bilhões gastos.

Segundo o ministro, a aplicação desses recursos de forma distribuída aos órgãos governamentais de todo o país, passará por uma reunião para ser detalhada essa distribuição de forma concisa. A previsão é de que seja concluído os parâmetros de distribuição desse dinheiro até o início de dezembro deste ano. O governo ainda pretende cortar mais gastos este ano a fim de reduzir mais os rombos nas contas públicas, tendo como meta fiscal em 2017 o déficit de R$ 159 bilhões.

 

Maioria dos desempregados é de pessoas pretas ou pardas, afirma IBGE

Seis a cada dez brasileiros desempregados são pessoas de pele parda e preta, de acordo com dados mostrados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados em outubro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número equivale a 63,7% dos quase 13 milhões de desempregados no Brasil no terceiro trimestre de 2017. A população preta ou parda tem a taxa de desemprego em 14,6% acima da média nacional. Entre os brancos, essa taxa ficou em 9,9%.

Quando possuem emprego, pretos e pardos trabalham em piores condições e em atividades que exigem menor qualificação. “Eles (população preta ou parda) estão inseridos em atividades com menor qualidade, que exigem menor formação e, consequentemente, são grupos de atividades que pagam salários menores”, afirma Cimar Azeredo, que coordena o setor de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O estudo incluiu informações sobre a desigualdade racial para abranger o Dia da Consciência Negra. Os dados mostram que quase 68% dos 1,8 milhões de brasileiros que trabalham na rua como ambulantes são pretos ou pardos. Entre os serviços do lar, como o de empregada doméstica, 66% são da população preta ou parda.

A Pnad revelou ainda que a renda média dos trabalhadores pardos e pretos, de R$ 1.531, foi quase a metade (55,5%) da adquirida pelos brancos, que registram cerca de R$ 2.757 no mesmo período. Segundo Cimar Azeredo, as pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho e enfrentam maiores dificuldades de ascensão na profissão. “São desigualdades que a gente já conhece, mas é sempre bom lembrar”.

Azeredo afirma que esses números sobre a desigualdade racial no setor de empregos são consequência de um processo histórico e cultural. “Claro que se avançou muito, mais ainda tem que se avançar bastante, é preciso oferecer à população de cor preta ou parda igualdade em relação ao que temos hoje na população de cor branca”.

O especialista do IBGE lembra que muitas pessoas da população preta ou parda não possuem acesso à educação, o que diminui seu poder de compra. Dos 23 milhões de empregados pretos ou pardos do setor privado, apenas 16 milhões trabalham com carteira assinada.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi explica sobre as mudanças no comando do banco

Em uma entrevista concedida na sede do Bradesco, o executivo Lázaro de Mello Brandão explicou aos presentes sobre o motivo de ter deixado a função de presidente do conselho de administração da empresa após quase 30 anos no cargo. Atualmente com 91 anos de idade, Lázaro foi substituído na posição por, Luiz Carlos Trabuco Cappi, o presidente executivo do grupo.

Brandão chegou a função de presidente do conselho administrativo em 1990, entrando no lugar que anteriormente pertenceu a Amador Aguiar, o fundador do banco. Acerca do futuro da empresa, ele destacou que os avanços da tecnologia são o maior desafio da atualidade, pois além de modernizar e criar novas ferramentas digitais, o banco ainda precisa garantir que os seus clientes estão acompanhando todas essas mudanças.

De acordo com Lázaro de Mello Brandão, o maior foco do banco permanecerá sendo o varejo doméstico. A importância concedida a essa área é tão significativa que foi isso que levou a instituição a comprar as contas do HSBC no país, que apesar de ter sido realizada em um momento não muito favorável da economia, trouxe ao Bradesco uma excelente projeção.

Para o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi, Brandão exerceu um papel de grande destaque no comando da instituição bancária, sendo um dos maiores responsáveis por ter transformado a empresa no grande negócio que é atualmente. Segundo ele, o sucesso do banco se deve ao fato dele ter superado com louvor todas as diferentes etapas da história econômica brasileira desde que foi criado.

Em relação a transição na presidência da empresa, Luiz Carlos Trabuco Cappi informou que o próximo presidente será escolhido entre os atuais membros do corpo de executivos do banco. O nome que ocupará o cargo não foi selecionado ainda pois a escolha poderá ser feita até março de 2018, que é para quando está marcada uma assembleia entre os acionistas.

De acordo Luiz Carlos Trabuco Cappi, o novo presidente será escolhido levando em consideração o seu espírito natural de liderança e sua visão estratégica do futuro, a qual deverá reconhecer a relevância do trabalho prestado pela empresa nos dias de hoje, sem desconsiderá-lo. A instituição também não procura por um presidente que altere o conjunto de ações tomadas até agora, e sim por alguém que possa dar continuidade ao método de liderança já utilizado no Bradesco.

Para a próxima assembleia entre os acionistas da instituição, o executivo destaca que uma das pautas a serem debatidas na ocasião é a possibilidade de expandir o número de cadeiras que existem atualmente no conselho administrativo, o qual já está com um representante a menos devido a saída de Lázaro Brandão. O mais provável de ocorrer é que o número de cadeiras do colegiado aumente em uma unidade, além de ocupar a cadeira que ficou disponível. Além disso, os profissionais selecionados para entrar para o conselho serão funcionários do banco, de acordo com uma tradição antiga da empresa.

Por fim, Luiz Carlos Trabuco Cappi ressaltou que permanecerá acumulando as funções de presidente executivo e do conselho administrativo de forma temporária, pois esse modelo não é o mais correto segundo as regras internas da instituição.

 

Doze Setores Recomendados Para Trabalho

A plataforma da empresa Love Mondays, fez uma enquete a respeito da indicação dos trabalhadores de certas companhias a seus amigos, sobre onde estes poderiam trabalhar. A ideia se baseava na pergunta: – Você recomendaria que setor para seu amigo trabalhar? O Resultado interessante da pesquisa apontou que os funcionários pesquisados estão tão realizados em suas posições que sentiram-se à vontade para indicar seu próprio setor de trabalho como referência aos amigos.Poucos não sugeriram suas áreas.

A pesquisa durou um ano completo, entre novembro de 2016 a novembro de 2017 e foi realizada com três mil e duzentas pessoas.

Alguns setores “tradicionais” do mercado de trabalho ficaram à frente do ranking, como é o caso do setor agropecuário, seguido do setor de energia e o industrial. O índice de recomendação/opinião dos empregados de cada setor beirou os 76%, bastante alto e um forte indicador de realização profissional dos pesquisados.

Dentre os ramos sugeridos estão: o setor de agronegócios em primeiro lugar; em segundo lugar o de energia,mineração e saneamento; logo depois o de manufatura industrial; em quarto, construção e mercado imobiliário; em quinto, o automotivo; sexto, serviços financeiros ; sétimo, bens de consumo; oitavo,educação; nono, hotelaria, hospitalidade e entretenimento; décimo, farmacêutica s saúde; décimo primeiro, tecnologia e telecomunicações; e o décimo segundo, mídia e meios de comunicação.São setores básicos estruturais da economia, que contemplam boa parte da população e que continuam empregando bem a despeito de todas as dificuldades que existem e de crises pontuais. Foram quase sessenta e quatro mil recomendações na plataforma. O slogan da Love Mondays em sua página oficial diz : “A empresa ideal, avaliada por profissionais como você”, exemplifica seu objetivo com o ranking. Nele, além das avaliações feitas pelos próprios funcionários sobre suas empresas, ainda podem descobrir os salários em outras corporações.

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Horas antes de lançado o iPhone X, lucros da Apple aumentam 19%

Nos últimos tempos, o mercado tem sido bastante favorável à Apple, pudemos notar no dia 2 de novembro deste ano, 2017. E isso, vale lembrar, foi constatado algumas horas antes do lançamento de seu novo iPhone X, sobre o qual havia bastante expectativa por parte dos seus consumidores mais cativos. Assim, já entrando mais aprofundadamente nesses resultados pra lá de positivos, destacamos o crescimento que tiveram os seus ganhos, que iam de 19% a 10,7 bilhões de dólares. Quanto às vendas dos iPhones, mais especificamente, o fato é elas tiveram um resultado superior àquele esperado no último trimestre.

E é fato também que houve uma subida de 19% dos lucros líquidos dessa empresa, quando comparados com os resultados obtidos há um ano atrás. Desse modo foi que chegaram ao montante de 10,7 bilhões, no quarto trimestre deste mesmo ano, cujo o término se deu no dia 30 de setembro. Mas outros que subiram de preço, e é importante não esquecê-los, também foram exemplos positivos, como o do volume de negócios, com seu acréscimo de 12%, atingidos os 52,6 bilhões de dólares.

Como não poderia deixar de ser, uma coisa leva a outra, e então esses resultados da Apple acabaram por elevar em mais de 3%, de forma praticamente imediata, o valor de ações dessa empresa, o que, por sua vez, resultou em estarem custando 173,50 dólares.

Outro dado bastante pertinente a se destacar é também o crescimento da Apple no mercado, já que, diante dos resultados obtidos no mesmo período do ano anterior, a empresa esteve então vendendo tudo mais: de iPhones aos computadores Mac, passando, é claro, pelos tablets e pelos iPads.

Não à toa que a empresa obteve tantas vendas de telefones, chegando-se assim aos 46,7 milhões de unidades, que é o valor do total desses últimos três meses (penúltimo trimestre). Uma período, vale lembrar, que trata-se nada mais que o encerramento do ano fiscal do grupo.

E assim seguem os funcionários da Apple, “muito felizes”, como reforçou Tim Cook, na época o CEO da Apple, por meio do comunicado sobre os resultados que eles divulgaram. Segundo ele, o encerramento do ano fiscal de 2017 foi “muito forte”, tendo contado ainda com renda considerada recorde, durante o quarto trimestre, assim sendo, ao todo, um crescimento anual de todas as categorias de produtos da Apple. E ele ainda vai mais longe, por fim, ao destacar que foi esse o melhor quarto trimestre para o setor de serviços, de modo geral, não apenas para a empresa em si. Até porque, convenhamos, eles estão rindo à toa, com o fechamento do ano fiscal anual apresentando lucro de 48,35 bilhões de dólares.