Petrobras começa 2018 com novos reajustes no preço dos combustíveis

Já na primeira variação que ocorreu em 2018, o preço da gasolina destinada às refinarias sofreu uma queda de 0,1% no dia 3 de janeiro deste ano. As informações foram divulgadas pela Petrobras, que é responsável pelos reajustes que ocorrem no preço dos combustíveis aqui no Brasil. No caso do diesel, o reajuste foi de alta, e elevou o preço do combustível para 0,6% já nos primeiros dias deste ano.

O preço dos combustíveis sofreram variações no dia 30 de dezembro de 2017, quando a gasolina buscou uma alta na casa de 1,9%, e o diesel uma alta de 0,4% na mesma ocasião. Conforme o argumento utilizado pela estatal para reajustar o preço de combustíveis e gás natural no país, esse reajuste também segue um maior alinhamento com as cotações diárias do mercado internacional. Em busca de conseguir alcançar os objetivos, a estatal passou a adotar esta prática de reajuste e conseguir se fortalecer diante do mercado externo. Também visando que tais reajuste não prejudique sua participação diante do mercado interno, a Petrobras confirma que “tem como base o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos nossos principais concorrentes para o mercado”.

De acordo com a estatal, as alterações ocorridas no mercado interno são bem avaliadas em cada decisão tomada. “Avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, afirma em nota a Petrobras.

Mesmo com os reajustes no preço dos combustiveis ser feito diretamente às refinarias, o preço cobrado nas bombas de combustíveis tendem ou não a sofrer variações para o consumidor final. Isso depende de cada estado e região do país, pois a variação dos preços é de acordo com cada localidade.

A última redução no preço da gasolina foi no dia 27 de de dezembro de 2017, quando na ocasião, a redução do preço da gasolina foi de 0,4%. O preço do diesel teve uma alta na mesma ocasião, atingindo 1,1% e 0,9% de alta no dia seguinte.

 

Software criado por pesquisador é capaz de reduzir até 40% da conta de luz

Uma nova pesquisa feita pela FEECFaculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, localizada em Campinas – SP, permitiu o desenvolvimento de um software capaz de mapear e registrar todo o consumo de energia elétrica de cada aparelho em uma empresa, o que possibilita uma economia de até 40% no consumo de energia elétrica. A pesquisa tão eficiente que até uma distribuidora de energia elétrica da região se interessou no software e pretende implantá-lo nos próximos meses.

Desenvolvido exclusivamente para o setor comercial, o software pode atender hospitais e hotéis. Contudo, o pesquisador responsável por desenvolver o software assegura que o dispositivo poderá também atender as indústrias.

O pesquisador Hader Aguiar Dias Azzini, desenvolvedor do dispositivo, explicou que o software funciona quando é instalado em um quadro geral de força. Após a instalação, o software começa a fazer diversas leituras e envia dados automaticamente pela internet para que eles sejam analisados pelo programa. Assim que o programa executa a análise, o consumo é dividido em equipamentos, onde cada um deles passa por uma análise individual.

Esse levantamento realizado pelo dispositivo informa o proprietário da empresa quando determinado aparelho é ligado e o tempo total de uso em um dia, além de outros dados que possam auxiliar o empresário em mudanças que reduzam o consumo de energia elétrica.

“Eu boto um medidor lá na empresa e reconheço qual equipamento está funcionando dentro da empresa sem ter que entrar lá. Isso é feito só com o reconhecimento de padrões. Eu consigo dizer quanto cada equipamento consome”, revelou Azzini.

O pesquisador ainda afirma que os relatórios elaborados pelo software permitem que o proprietário da empresa conheça quais são os aparelhos que mais consomem energia elétrica e ainda se há alguma falha que comprometa o gasto mensal.

Dentre alguns dados que já foram coletados pelo dispositivo, Azzini alerta: “O ar condicionado é responsável por 40% do consumo”.

“Através desse software, nós conseguimos realizar a eficiência energética e ainda determinar qual aparelho eletrônico está gastando mais energia”, explicou Azzini.

 

Setor agropecuário registra alta de 115,2% em exportações no mês de novembro

O mês de novembro de 2017 registrou um crescimento de 115,2% no volume total de exportações realizadas a partir de produtos agropecuários brasileiros. O registro de crescimento é uma comparação com o mês de novembro de 2016.

A alta de 13,3% registrada nas exportações brasileiras também no mês de novembro deste ano, foi impulsionada em grande parte pelo setor agropecuário do país, segundo os dados da FGV – Fundação Getulio Vargas, que mediu o número de exportações a partir do Indicador de Comércio Exterior.

Dentre as exportações realizadas no mês de novembro deste ano, o setor da indústria da transformação registrou uma alta de 5,4% nas exportações em uma comparação com o mesmo mês em 2016. Já a indústria extrativa do país registrou uma alta de apenas 0,2% também no mesmo período.

Segundo o Indicador de Comércio Exterior, os produtos que mais foram exportados no mês de novembro deste ano foram os bens de consumo duráveis, com um total de 27,8% das exportações. A segunda categoria de produtos exportados com o maior número de exportações durante o período foi o de bens intermediários, que são os produtos do setor produtivo, com um total de 15,7% das exportações de novembro. Já as máquinas e equipamentos, que compõem os bens de capital, registraram uma queda de 10,7% no número de exportações no mês de novembro em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Em relação ao preço dos produtos que foram exportados durante o mês de novembro de 2017, a FGV divulgou que houve uma queda de 2,6% no preço dos produtos brasileiros. Os valores também foram comparados com o mesmo mês do ano passado.

Segundo a FGV, o principal motivo que fez o preço dos produtos exportados recuar foi o preço da soja, que registrou um recuo de 11% na mesma comparação. Já o preço dos produtos agropecuários registrou uma queda de 7,6% em novembro deste ano.

Durante o mesmo período, o número de importações realizadas no país teve um crescimento de 20,2%, comparado a novembro do ano passado. O que significa um número maior de importações do que exportações em novembro de 2017. Dentre as importações, a indústria extrativa foi a que mais registrou alta, com 37% das importações. Seguida da indústria da transformação com 17,9% das importações durante o período.

 

Parte do salário de funcionários de empresa japonesa poderá ser pago em bitcoins

Apesar de recentes na história humana, as chamadas “criptomoedas” já dão muito o que falar, principalmente a mais destacada delas, bitcoin. E enquanto alguns são contrários à adoção dessas moedas virtuais criptografadas, outros vão no caminho oposto e passam a adotá-las cada vez mais. Um exemplo recente disso foi o anúncio da empresa japonesa GMO Internet, de que ela pagará, com bitcoins, uma parte dos salários de seus empregados. Concomitantemente, creem eles, terão um melhor conhecimento de como funciona essa moeda virtual em questão, como informou o porta-voz da empresa, em uma declaração dada no dia 15 de dezembro, uma sexta-feira.

No entanto, esse procedimento não terá início de imediato, pois o primeiro pagamento nesse estilo só será realizado no mês de fevereiro do ano que vem, 2018. Valendo lembrar ainda, quanto aos funcionários dessa empresa japonesa, que eles poderão receber até 100.000 ienes de seu salário em bitcoins. E para se ter uma ideia, feita a conversão para a moeda americana ainda no dia 15, esse valor ficava em 890 dólares.

Mais ainda, o referido porta-voz, Harumi Ishii, declarou que os empregados “poderão receber salário em bitcoin, mas apenas se quiserem”, além de que, com essa decisão, como já dito, eles esperam, realmente, melhorar sua “compreensão da moeda virtual, enquanto a usam”.

Importante destacar também, quanto à oferta de parte do pagamento em bitcoin, que ela estará disponível para a totalidade dos funcionários do grupo no Japão, o que beira os 4.000, segundo informa um representante da empresa, acrescentando ainda que as operações de troca de bitcoins já tinham sido iniciadas no mês de maio. Mas, até lá, terão ainda de, no mês que vem, unirem-se aos chamados “mineiros” do bitcoin, o que permitirá então que o referido grupo receba mais moedas virtuais, desde que realmente mude a segurança da rede que sustenta esse ativo, em troca.

Já em relação ao preço dessa criptomoeda em específico, o bitcoin, devemos lembrar que houve então um “estrondoso disparo” neste ano, visto que ela saiu da cotação de 1.000 dólares em janeiro, chegando a atingir os 17.000 dólares, nos últimos tempos.