Como juntar dinheiro para o ano todo?

O fim do ano vai chegando e tudo o que as pessoas se arrependem é de não ter juntado dinheiro para os gastos extras do começo do ano.

Juntar dinheiro pode ser uma grande dificuldade para quem nunca teve o hábito de economizar e que se endividam com frequência, porém, com estas dicas é possível realizar uma mudança e começar a economizar.

Quem não tem o costume, não conseguirá fazer isso do dia para a noite, por isso, comece gradualmente, para se acostumar aos poucos. Faça um planejamento financeiro com o quanto você ganha, e separa a quantia para as contas mensais, para os seus sonhos, dinheiro de emergência, etc. Caso tenha dificuldade de fazer isso nesse início, comece a poupar uma quantia logo no início do mês e coloque em uma poupança, depois que isso virar costume, você fará isso ainda mais rápido e de maneira automática.

Anotar todos os seus gastos é essencial, já que só assim é possível saber para onde o dinheiro está indo e assim identificar possíveis gastos que podem ser cortados.

Aplicativos financeiros, que funcionam como gerenciadores financeiros são uteis para o dia – a- dia e uma maneira prática de controlar com exatidão seus gastos, auxiliando no que foi falando anteriormente.

Acabar com suas dívidas é imprescindível para que a sua via financeira fique organizada, por isso, pague as dividas mais caras, como o cartão de crédito e o cheque especial, para depois pagar as mais baratas e sair das dívidas.

Trace metas financeiras bem feitas, já que elas auxiliam a manter a disciplina e o foco. Foque em sonhos de curto, médio e longo prazo, assim ficará claro o que é mais importante para que você conquiste o quanto antes.

Estabelecer a quantia que você pretende poupar é essencial, já que isso também manterá você no foco e juntar pelo menos 15% do que ganha para realizar os seus desejos.

Escolher com atenção o tipo de investimento que você fará para juntar dinheiro também é essencial, já que depende os objetivos que você tem. Caso seja para um curto prazo, coloque na poupança, em casos mais longos escolha a previdência privada, títulos o Tesouro Direto ou títulos próximos a sua aposentadoria por exemplo.

 

Como iniciar o ano sem nenhuma dívida? Planejamento é a palavra chave!

Ano novo, vida nova… Ou será que não? Embora o ano novo seja uma das datas preferidas do brasileiro, já que ele festeja e renova as esperanças para o novo ano, ele também pode ser motivo de dor de cabeça já que as contas começam a chegar.

Após toda a festança, IPVA, IPTU, matrícula escolar, material escolar, além de outras inúmeras dívidas que surgem em janeiro, para evitar que tudo se acumule e você se individe, planeje-se com antecedência.

Para que o planejamento seja feito de umacordo maneira efetiva e verdadeira, leve em conta todos os seus gastos, desde os costumeiros, as contas extras do começo do ano, até aqueles gastos considerados banais, como os do cafezinho, do barzinho, cinema, ou qualquer outra atividade do gênero.

Caso você não tenha o hábito de anotar todos os seus gastos (desde os mínimos, como citado anteriormente) pegue a sua fatura do cartão de crédito, que já será possível ter uma visão melhor de todos os seus gastos e assim saber como administra-los.

Depois análise qual dívida você pode quitar ou das mais altas qual você pode começar a pagar primeiro, assim é mais fácil eleição quais têm prioridade em ser pagas e quais podem ser postergadas por mais um tempo.

Ainda é benéfico que você veja caso por caso, divida por dívida, qual pode ser parcelada ou paga a vista. Lembrando que pagar a vista é excelente, já que algumas contas dão desconto quando pagas desta maneira. Negociar a mensalidade e a matricula, rever ou negociar o preço dos seguros também podeme ser ações viáveis para economizar um pouco e planejar se de todas as contas, assim, não tomando nenhum susto no início do ano.

Na hora de comorar material escolar e livros pesquise muito também, já que os preços podem ser muito diferentes de estabelecimento para estabelecimento.

Para não acumular ainda mais dívidas, compre no natal a vista ou com cartão de débito, caso não tenha dinheiro, evite comprar. Se você estiver sem dívidas, utilize parte do décimo terceiro para quitar as dívidas do começo do ano, iniciando o ano com tudo quitado.

 

Orçamento federal irá liberar R$ 7,51 bilhões em recursos arrecadados em 2017

Devido a uma eficiência observada na forma com que o governo vem realizando os gastos públicos no Brasil, e com uma maior carga tributária praticada em 2017, o governo irá liberar R$ 7,51 bilhões que estavam bloqueados junto ao orçamento federal em 2017.

Esses dados foram divulgados pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão no dia 17 de novembro deste ano, que apontam uma expectativa de melhorias no atendimento da população nos serviços públicos devido a injeção deste valor.

“Nós vamos privilegiar o atendimento das necessidades de funcionamento dos órgãos e do pagamento de obras em andamento. A situação da maioria dos órgãos é de realmente um aperto orçamentário muito duro”, explicou Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

Para se chegar a esse valor liberado e voltado para recursos aplicados no país, a receita líquida praticada no país aumentou R$ 4,97 bilhões este ano. Também valores referente a leilões de hidrelétricas e de petróleo, que atingiram a casa dos R$ 2,61 bilhões com os leilões, junto a devolução dos precatórios que atingiu a casa dos R$ 2,71 bilhões que somaram e retornaram aos cofres públicos.

Esse são alguns dos principais fatores que levaram ao aumento da arrecadação, e devido a isso, o ministério prevê que irá haver uma redução de gastos em torno de R$ 2,53 bilhões, que foram ocasionados por menos gastos com seguro-desemprego e o abono salarial em 2017. Isso também levou a uma redução de despesas em 2017 de R$ 32,2 bilhões para R$ 24,7 bilhões gastos.

Segundo o ministro, a aplicação desses recursos de forma distribuída aos órgãos governamentais de todo o país, passará por uma reunião para ser detalhada essa distribuição de forma concisa. A previsão é de que seja concluído os parâmetros de distribuição desse dinheiro até o início de dezembro deste ano. O governo ainda pretende cortar mais gastos este ano a fim de reduzir mais os rombos nas contas públicas, tendo como meta fiscal em 2017 o déficit de R$ 159 bilhões.

 

Maioria dos desempregados é de pessoas pretas ou pardas, afirma IBGE

Seis a cada dez brasileiros desempregados são pessoas de pele parda e preta, de acordo com dados mostrados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados em outubro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número equivale a 63,7% dos quase 13 milhões de desempregados no Brasil no terceiro trimestre de 2017. A população preta ou parda tem a taxa de desemprego em 14,6% acima da média nacional. Entre os brancos, essa taxa ficou em 9,9%.

Quando possuem emprego, pretos e pardos trabalham em piores condições e em atividades que exigem menor qualificação. “Eles (população preta ou parda) estão inseridos em atividades com menor qualidade, que exigem menor formação e, consequentemente, são grupos de atividades que pagam salários menores”, afirma Cimar Azeredo, que coordena o setor de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O estudo incluiu informações sobre a desigualdade racial para abranger o Dia da Consciência Negra. Os dados mostram que quase 68% dos 1,8 milhões de brasileiros que trabalham na rua como ambulantes são pretos ou pardos. Entre os serviços do lar, como o de empregada doméstica, 66% são da população preta ou parda.

A Pnad revelou ainda que a renda média dos trabalhadores pardos e pretos, de R$ 1.531, foi quase a metade (55,5%) da adquirida pelos brancos, que registram cerca de R$ 2.757 no mesmo período. Segundo Cimar Azeredo, as pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho e enfrentam maiores dificuldades de ascensão na profissão. “São desigualdades que a gente já conhece, mas é sempre bom lembrar”.

Azeredo afirma que esses números sobre a desigualdade racial no setor de empregos são consequência de um processo histórico e cultural. “Claro que se avançou muito, mais ainda tem que se avançar bastante, é preciso oferecer à população de cor preta ou parda igualdade em relação ao que temos hoje na população de cor branca”.

O especialista do IBGE lembra que muitas pessoas da população preta ou parda não possuem acesso à educação, o que diminui seu poder de compra. Dos 23 milhões de empregados pretos ou pardos do setor privado, apenas 16 milhões trabalham com carteira assinada.